Ui! A editora de moda Regina Guerreiro comenta seu primeiro livro

Um aglomerado de fotógrafos foi formado durante um evento da Renner, na tarde desta terça-feira (31.01), em São Paulo. De repente, do centro dos flashes, saiu uma exclamação: “Ui!”. Era Regina Guerreiro, se divertindo ao dizer a palavra que dá nome ao seu primeiro livro, lançado pela Lustre Editores com patrocínio da rede de fast-fashion. Por ali, algumas das 3 mil cópias impressas na primeira edição estavam sendo folheadas pela primeira vez, num preview que antecipou para uma lista pequena de convidados a noite de autógrafos marcada para o próximo dia 13.02, no MuBE.

No livro, a editora de moda mostra um tantinho do que produziu ao longo de mais de 40 anos – vale dizer, 14 desses à frente da Vogue, um período no qual “trabalhou (…) uma linha de risco e absurdo nos visuais de grande beleza que driblavam as polaridades visuais”, como define Costanza Pascolato no prefácio.

No papel, a história não tem a preocupação de obedecer a ordem cronológica, de modo que fotos e trechos de textos dos anos 70, 80, 90 e 2000 se misturam livremente. A ideia, claro, foi de Regina: “Entreguei o projeto pronto”, contou a editora. “A única coisa do livro que não fui eu que escolhi – e, por isso mesmo, é a que eu não gosto – é o número de páginas; quase 220. Isso é muito pouco para mim”, completou.

Com proporções que fogem do padrão (40,5 cm x 18,5 cm) – bem como a personalidade da autora – o livro traz um mix de imagens tão rico e variado que não permite que Regina escolha uma favorita. “Tem essa aqui do chapéu de plástico, igualzinho ao que nós vimos na passarela de uma marca na última temporada… E essa aqui, da maquiagem masculina? ‘Após a barba, base, rímel e batom’ [risos]. Poderia ficar a tarde inteira aqui escolhendo uma foto favorita”. O leitor também, Regina.

Abaixo, a cena do evento. Por ali acontecia também um outro preview: do inverno 2012 da Renner, que pendurou nas araras uma variedade de apostas (veludo, poá 3D, couro sintético, estampa de cobra e renda, entra elas) com cartela de cores na qual predominou o p&b.

Fonte: http://vogue.globo.com

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