Azul sem fim

A vida tem a cor que você pinta. Pensando bem… ao fazermos nossas opções, escolhemos caminhos e desenhamos de certa forma o futuro.

O objetivo é que se viva o tempo presente da melhor maneira, mas é importante pavimentar o caminho do amanhã.

Perder tempo com coisas supérfluas e fúteis é complicado e muitas vezes: desnecessário! Recompor o que passou é um diferencial significativo, daí o ditado encerra: “podemos matar o tempo, mas ele também nos enterrará”.

De qualquer forma estes cuidados são necessários porque o amanhã chega, estejamos preparados ou não. A sabedoria popular inclusive ensina “quem não quiser quando pode, quando quiser poderá não poder”.

Os cenários, precisam ser observados. Não adianta ignorar variações, ele não deixa de existir pelo simples fato do desconhecimento.

Fatos há quem diga serem até teimosos, repercutem mesmo quando se tenta ocultá-los. Petrônio Portella dizia “ninguém briga com fatos”. Fato é realidade, aconteceu.

Os chineses nos lembram que semear é decisão e responsabilidade de cada um, todavia a colheita é consequência, só se colhe o que se plantou.

O novo dia amanhece (implacável) para quem está acordado, atento, procurando descobrir o que é melhor, buscando um posicionamento adequado.

A falta de interesse ou a (in)decisão que se arrasta, mata qualquer coisa.

Oportunidades nem sempre se renovam. A história é (muito) rica de perdas importantes, de desperdícios e oportunidades.

A competição acontece o tempo todo. Ser perdedor é muito ruim, deprecia, a recuperação e a repercussão negativa é quase sempre longa e custosa.

Recompor uma imagem proativa cobra intenso trabalho.

Matar um elefante é fácil, difícil é remover o cadáver. Muitas vezes incomoda o resto da vida.

 

 

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