Pelo inferno e céu de todo dia

Me interessa o futuro porque é onde vou passar o resto da minha vida…

Eu quero um amor sem dor…

Ando um pouco cansada das pessoas justificarem a existência do sofrimento no amor. Ora é necessário, ora é aprendizado, ora é consequência, ora, destino, assim mesmo.

Não quero mais assim-mesmos.

Assim mesmo é a fórmula de uma relatividade para qual todo relacionamento é um barco furado.

Acredito em príncipe encantado (o meu já chegou, felizmente), acredito em finais felizes (que vivo diariamente)! Acredito em problemas do dia-a-dia, no encantamento e nas surpresas, acredito na rotina que por vezes “mina” a relação, mas creio na sedução e no inédito… acredito nas dificuldades (todas) superáveis. Acredito no casamento e na cumplicidade do relacionamento, acredito sobretudo no companheirismo construido todos os dias.

Quero o amor na moda.

E quero que deixe de ser tolice ligar no dia seguinte. Que não seja leviandade elogiar a roupa nova.

Quero assumir pensamentos, viver atitudes, rir de erros, derramar meu pranto, desconstruir julgamentos.

Quero fé na presença avassaladora do outro, por isso, eu quero um amor sem dor.

Mas, o que é a dor?

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