Freud, explica(ria)?

Chris

…o desejo do analista de ser mãe, o desejo de ser onisciente ou de negar o conhecimento desagradável, a pulsão sádica do analista ou suas defesas contra isso.

E, acima de tudo, ele projeta visando à culpa do analista ou a seus objetos internos.

Assim, o paciente mobiliza problemas e ansiedades profundas do analista, relacionadas com a necessidade de ser amado e com o medo de conseqüências catastróficas frente a fracassos, isto é, ansiedades persecutórias primitivas ou superegóicas (…) (Pick, 1985, p. 161)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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